Brincadeiras a parte, todas elas são verdades. Não há se quer em alguém um pouco de sanidade? Para que tanta descontração? Não, não posso dizer aqui quase tudo, nem muito menos, quase nada. Sendo assim, tudo que escrevo, garanto, há razão. Mas há sentido?
O que me move é a insegurança. É ela que faz com que as minhas noites não tenham reticências. Malditas reticências, eu as quero tanto, as desejo tanto, as preciso tanto. Digo pelo menos, caso viesse a mim, as trocaria por uma vírgula, no máximo uma exclamação, mas, nunca por um ponto final. Quero vírgulas e muitas delas. Quantas vezes precisar, quantas vezes querer.
Tento sair pela janela, encontrar a outra calçada, seguir a direção dos carros, fugir de mim.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
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